casos concretos de processo civil IV

CASOS CONCR ETOS PROCESSO CIVIL I - ESTÁCIO
2a Questão ? Obj etiva.
Quanto aos pro cedimentos ordinário e sumário, é correto
dizer:
I ? ambos os procedi mentos admitem denunciaçã o da
lide;
III ? ambos os procedi mentos per mitem que seja
intentada açã o declaratória incidental;
IV ? ambos os pro cedimentos admitem o recursos de
terceiro prejudicad o;
V ? ambos os pro cedimentos permitem a assistência.
Indique a alternativa cor reta:
c) as propo sições I e III est ão incorretas; art. 280
CPC
AULA 12
1a Questão.
Agildo, condô mino, promove ação de conhecimento, pelo
procedimento ord inário, em face do Co ndomínio Solar.
Postula a obrigação de não fazer pelo réu, que ameaça
construir uma casa de ca seiro em local inadequado no
terreno do co ndomínio, como comprova o laudo de um
engenheiro contratado como consultor d os condôminos.
Na inicial requer a tutela antec ipada, d iante da presença
dos pressupostos par a a sua concessão. Citado
regularmente, o réu o ferece contestação e impugna a
pretensão de tutela de urgência:
Indaga-se:
a) Trata-se de q ue tutela inibitória? Justifique.
Sim, desde que seja relevante o funda mento da
demanda, que cuja receio da eficácia do provimento. A
liminar “inaudita altera parte” é u ma forma li minar
concedida no início do pro cesso sem que a pa rte
contrária seja ouvida, de acordo co m o art. 461 do
CPC.
b) pode ser co ncedida sem ouvir o réu?
Sim, a tutela de obrig ação de não fa zer, prevista, no
art. 461 CPC, que consiste exata mente naquilo qu e o
credor pretende, daí o seu caráter de especificidade no
seu cumprimento está nos ter mos do § 3 no requerido
artigo; que foi requerida para assegura r o resultado
prático do a dimplemento. De acordo co m o § 3, pode o
Juiz conceder li minarmente a providênc ia pedida pela
parte ou deter minará a citação do réu para
comparecer a audiência de j ustificação , e após essa
audiência considerar ou nã o a tutela inibitória
requerida.
2a Questão - Obj etiva
Em relação à tutela antecip atória é incorreto afirmar:
b) exige a presença dos pressuposto s da
verossimilhança, prova inequívoca, da ausência do
perigo de irrever sibilidade, abuso do direito de defesa
e manifesto propósito protelató rio da do réu, alé m do
fundado receio de dano irreparável o u de difícil
reparação;
AULA 13
1ª QUESTÃO
Antonio promove ação de conhecimento, pelo
procedimento ord inário, em face de Gab riel. Na inicial
postula a entrega da co isa em pod er do réu, entregue a
título de comodato. O juiz faz juízo de admissibilidade
positivo da ação e determina a citação do réu. Citado, o
réu oferece contestação ne gando a existência do
comodato, além de, e m preliminar, na contestação pugnar
por sua ilegitimidade. Ou vido o autor, em réplica,
sustenta a preclusão e m conta que foi feito o juízo de
admissibilidade d a ação, devendo dar prossegui mento ao
feito, na forma da lei.
Indaga-se:
a) Estão correto s os argumentos de defesa do r éu?
Justifique.
Não, porque não existe preclusão para o juiz em
relação aos despachos e decisões interlocut órias que
ele profere, o fato de o juiz rece ber a petição inicial e
determinar a cita ção do réu não aca rreta a preclusão
das matérias que dize m respeito ao indeferimento da
inicial ou de sua inépcia . A preclusão não ocorre em
relação ao juiz, o qual apreciará a s questões
levantadas pelo réu em sua co ntestação, co mo pode
agir de ofício , na fase das providências preli minares,
onde, se for o caso, pode indeferir a inicial proferindo
julgamento confor me o estado do pro cesso (art. 329 c.c
267, I do CP C).
b) Qual a natureza da petição inicial do autor da ação.
Justifique.
Petição inicial do autor é o instrumento da demanda e
é a peça onde f ormula a sua pretensão e re quer a
entrega da presta ção jurisdicional do Estado -juiz.
Logo a inicial é pressuposto processual de existênc ia.
2ª QUESTÃO ? Objetiva.
Ao rec eber uma regular petiçã o inicial de uma ação de
cobrança, entre par tes capazes, pra recebimento de um
título de crédito p rescrito, oi juiz indeferiu, de pr onto, a
pretensão do cr edor e autor da ação em virtude da
evidente consumação da prescrição. T al d ecisão está:
c) correta, porque a petição inicial deverá ser
indeferida quando o juiz verificar, desde log o, a
decadência e a prescriçã o; art. 295, IV e 219 § 5º do
CPC
AULA 14
1ª Questão.
Oswaldo promove ação de conhecimento, pelo
procedimento ord inário, em fa ce de Samuel. Na inicial
pleiteia a condenação do réu a lhe entregar deter mina
coisa, sem esclarecer a causa de p edir. O Juiz determina a
citação do r éu, que oferece contestação atendendo o
princípio da co ncentração dos atos previsto no art. 300 do
CPC.
Indaga-se:
a) Poderia o juiz d eterminar a emenda da inicial par a
que o ré indique a causa de pedir remota e pró xima, em
conta que a inicial revela s ua quase ins uficiência para
permitir a entrega do pr ovimento jurisdicional? Justifique.
Sim, no caso existe a causa de pedir, não se mostra
clara, esta obscura, o Juiz pode pedir para emendar a
petição inicial, co nforme o artigo 284, CPC. (vício
sanável), isso deve ser feito em nome do princípio da
instrumentalidade das fo rmas e da ec onomia
processual. Se não ho uvesse causa de pedir, seria
inépsia da petição inicial, o juiz de cara pode indeferir
a petição inicial, artigo 295, § único, I CPC.
CASOS CONCR ETOS PROCESSO CIVIL I - ESTÁCIO
b) Não oco rre preclusão para o juiz neste caso ?
Justifique.
Não ocorr e, porque não exige preclusão pa ra o J uiz
para despachos e decisões i nterlocut órias, quando se
trata de petição inicial inepta, (art. 295, parágrafo
único, inciso I do CPC)
2ª Questão ? Obj etiva
Em relação ao indeferi mento de petição inicial é incorreto
afirmar:
d) nunca pode indefer ir a inicia l proferindo sentença
de resolução de mérito. (só pode quando tiver
prescrição e deca dência e 295, IV / Julg amento de
demandas repetitivas 28 5 A).
AULA 15
1ª Questão.
Adão promove ação d e conhecimento, pelo p rocedimento
ordinário, em face de E va. P ostula na inicial a cumulação
dos pedidos de entrega da coisa, acrescid o de perdas e
danos, ou, não sendo po ssível a devolução da coisa o
valor equivalente da co isa, a ser ap urado através de p rova
pericial, mais perdas e danos. O feito correu
regularmente, cer to que o réu ofereceu co ntestação. A
decisão julgou proce dente o pedido do autor
determinando a entrega da coisa, acrescido o valor
apurado no laudo do perito a título de perd as e danos,
silenciando em relação ao segundo pedido .
Indaga-se:
a) Qual cu mulação de pedidos foi feita pelo autor?
Justifique.
O autor, na sua inicial, fez uma cumulação ev entual ou
quer dizer acumulaçã o alternativa, artigo 287, CPC ,
ou seja, não sendo possível atender o pri meiro pedido
o juiz passa a a preciar o segundo pedi do, que e m
relação ao pri meiro é subsidiário.
b) Houve decisão citra-petita? Justifique.
Citra-petita é decisão omissa. Dia nte disse a decisão
não foi omissa, porque a na cumulação alterna tiva o
juiz só pode conceder um pedido não poderia acatar os
dois, uma coisa ou o utra.
2ª Questão Obj etiva.
Proposta a ação , o pedido formulado pelo autor somente
poderá ser alterado:
b) até a citaçã o, independentemente da co ncordância
do réu; (funda mento legal da a lternativa correta está
no art. 264 do CPC).
AULA 16
1ª QUESTÃO
Proposta ação de dissolução de sociedad e anônima,
deliberada em AGE, o acionista João pretende ingressar
no processo visando defender os interesses da
manutenção e continuidade dos negócios da sociedade, r é
na ação. O ped ido foi formulado sem que houve sse, após
manifestação, discord ância das partes.
Indaga-se:
a) Que modalidade d e intervenção de terceiro fez J oão?
Justifique.
João utilizo u a assistência como modalidade de
intervenção de t erceiro. Essa assistência é a desiva,
prevista no art. 50 do CPC, no pólo passivo, sendo
assistido dele a sociedade.

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